segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Não dá pra acreditar...

Lari, Léo, Ronny e Dal




Vida Passageira 

Do alto da montanha
Ou em um cavalo em verde vale
E tendo o poder de levitar
É como em um comercial de cigarros
Em que a verdade se esquece com uns tragos
Sonho difícil de acordar
É quando teus amigos te surpreendem
Deixando a vida de repente
E não se quer acreditar
Mas essa vida é passageira
Chorar eu sei que é besteira
Mas, meu amigo, não dá prá segurar

Desculpe meu amigo, mas não dá prá segurar
Vou dar então um passeio pelas praias da Bahia
Onde a lua se parece com a bandeira da Turquia
É o planeta inteiro que respira
Sinais de vida em cada esquina
Tanta gente que se anima
É quando teus amigos te surpreendem
Deixando a vida de repente
E não se quer acreditar
Mas essa vida é passageira
Chorar eu sei que é besteira
Mas, meu amigo, não dá prá segurar

Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Desculpe meu amigo, mas não dá prá segurar...



Vai com Deus Leozinho..='( 


4 comentários:

  1. Oi, Dal.

    É isso mesmo que eu entendi? Seu amigo faleceu? :(

    Poxa... o poema é lindo, mas, claro, muito triste. Não sei se é isso mesmo (ou se sou eu que não quero acreditar que um moço tão bonito e tão jovem tenha ido pra junto de Deus... enfim)...

    Sem palavras... :(

    Beijinho

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  2. Oi guria!
    Que triste, o moço tinha tanta vida pela frente... Que ele vá com paz e com Deus, e que esteja bem onde estiver.

    Amei seu blog, já sou seguidora =D

    bjs flor

    ;**

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  3. OI,muito interessante seu blog, to passando aki pq vi vc é seguidora do blog do meu amigo, Mailson, e por isso quero convidar vc para dá uma olhada no meu blog http://otaviomsilva.blogspot.com/
    desde Já agradeço, Forte abraço

    PS; Sigo de volta

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  4. Dal, boa tarde!!
    Passei aqui para lhe deixar uma mensagem, mas vou lhe deixar duas.
    Primeira:
    Quando há muitas perguntas no coração e quase não há respostas, e quando essas perguntas sem respostas são temperadas pela dor da proximidade de alguma forma, seja um parente, um amigo, um conhecido, um namorado, ou mesmo alguém só visto numa foto, mas cuja juventude estampa essa precocidade absurda da morte... então, as palavras não podem ser de consolo. Nós simplesmente não as temos. Temos alguma dor em comum, e oferecemos apenas nossa humanidade, nossa fragilidade comum. Eu perdi meu irmão jovem a um mês. Então, eu lhe cedo minha humanidade e abraço carinhosamente a sua...
    segunda (a que eu vim deixar):
    Desejo a você um maravilhoso dia da mulher internacional que você é. Não me equivoquei na ordem das palavras. A você, o meu carinhoso abraço. Todos os dias do ano são seus, não apenas este.
    Um abraço carinhoso!
    Lello

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